IPSE Global
AO VIVO · 2º TURNO · PRESIDENTE · 25 DE OUTUBRO DE 2026

Apuração do 2º turno: Lula × Flávio

Resultado oficial do TSE e projeção IPSE do resultado final, no Brasil e em cada estado. A página se atualiza sozinha a cada 60 segundos. A projeção é estatística; o resultado oficial é o do TSE.

URNAS APURADAS NO BRASIL–

Carregando os dados do TSE…

A apuração do começo ao fim

Lula e Flávio nos votos válidos, das primeiras urnas até agora: o que o TSE já contou, a projeção IPSE do resultado final e o caminho esperado do apurado até 100%.

Lula PT
–
projeção do resultado final, votos válidos
faixa de 95%: –
apurado: –
Flávio PL
–
projeção do resultado final, votos válidos
faixa de 95%: –
apurado: –
Chance de vitória
–
probabilidade, não votos · como calculamos
–
Urnas apuradas
–
seções eleitorais
–
Lula apurado (TSE) Flávio apurado (TSE) Caminho esperado do apurado até 100% Projeção IPSE do resultado final, com faixa de 95% Estudo final IPSE para Lula: 49,9% (faixa de 80%: 47,8–52,0)

Mapa do 2º turno

Escolha a escala (municípios ou estados) e o indicador. Passe o mouse (ou toque) para ver os números; clique num município para abrir a ficha dele, ou num estado para abrir a apuração dele.

NOVO · URNA A URNAFavelas, quilombos e terras indígenasComo votaram, no 1º e no 2º turno, as urnas das favelas, dos quilombos e das terras indígenas, com filtro por favela, complexo, bairro, cidade, estado ou o país inteiro.Abrir →

Por região

Urnas apuradas e votos válidos já contados em cada região, com a projeção IPSE do resultado final.

Por estado

Resultado de cada estado. A cor da borda indica quem venceu.

De onde vieram os votos do 2º turno

Quem votou em quem, do 1º para o 2º turno. Passe o mouse nas faixas para ver quantos eleitores fizeram cada caminho. O diagrama e as cascatas acompanham o estado escolhido no seletor abaixo.

Para cada candidato: os votos do 1º turno, o que ele perdeu, o que ganhou e de quem, até chegar ao total do 2º turno. Em milhões de votos; no Brasil, entre parênteses, a margem de 90%.

Lula

Flávio

Todos os cargos

Presidente, governador, senado e deputados, no 1º turno, e o 2º turno de presidente e de governador, por estado, município e bairro.

Predições e pesquisas contra a apuração

O que os institutos mediram na última semana, o que os agregadores e a IPSE previram antes da urna, e onde a projeção ao vivo está agora, para Lula (vermelho) e Flávio (azul), em votos válidos. As linhas verticais são a projeção IPSE com a apuração; ao fim da contagem, são o resultado. A coluna “dif.” mostra quanto cada estimativa ficou acima ou abaixo da projeção para Lula (a de Flávio é a mesma, com sinal trocado).

O que a IPSE publicou antes da urna

O estudo preditivo final (24/10) e o addendum da manhã da eleição (25/10, 8h), em ipse.global/publicacoes. A apuração é o teste do modelo, e a comparação será feita em público.

Capa do addendum de 25/10
Addendum de 25/10, 8h: 47% dos cenários hoje; 61% com uma semana a mais.
Os agregadores e a IPSE
Os agregadores e a IPSE, com a chance de vitória em coluna própria.
O desafio é o tempo
O desafio é o tempo: as projeções contra a faixa de 80% do modelo.

Abrir o estudo completo (PDF, 105 lâminas) ↗Abrir o addendum de 25/10, 8h (PDF) ↗

Como funciona

1

Os dados

Durante a apuração, a cada minuto, lemos no TSE os votos de Lula e de Flávio em cada estado e no exterior e quantas seções de cada município já tinham sido apuradas. A base de comparação é o 1º turno de 2026, somado seção a seção a partir dos dados abertos do TSE (499 mil seções), e o 2º turno de 2022. O começo da série, das 17h07 às 20h06, quando o painel entrou no ar, reproduz o registro minuto a minuto da contagem do TSE publicado no painel de projeção do Estadão.

2

A projeção do resultado

Para cada município sabemos quanto Lula e Flávio tiveram no 1º turno. Nas 150 maiores cidades, que somam cerca de 40% do eleitorado, medimos a cada minuto a variação da própria cidade entre os dois turnos, em escala logística, e a aplicamos ao que ainda falta apurar ali. Nas demais, usamos a variação medida no restante do estado, e o estado com quase nada apurado usa a variação nacional. O volume de votos que ainda vai entrar vem do eleitorado de cada lugar, ajustado pelo comparecimento já observado. Desse modo, as regiões que apuram mais tarde entram na conta com o voto que mostraram no 1º turno, e não com a média do que foi contado até ali.

3

A incerteza e a chance de vitória

A incerteza vem de três fontes, todas sobre o que falta apurar: (1) o erro da variação estimada em cada estado, medido pela dispersão real das variações entre as grandes cidades nesta noite (– ponto); (2) a ordem das seções dentro de cada grande cidade, que não apura centro e periferia ao mesmo tempo (2 pontos na parte que falta de cada uma); e (3) um erro comum ao país inteiro, pela redistribuição desigual dos cerca de 8% de votos de outros candidatos no 1º turno (1 ponto). Somadas, dão o desvio σ. A faixa de 95% é a projeção ± 1,96σ, e a chance de vitória é Φ((projeção − 50) / σ). Testado no 2º turno de 2022, com ordens de apuração simuladas, o método errou menos de 0,15 ponto.

4

Como a projeção se saiu

Às 20h06, com 27% das urnas apuradas e Lula ainda atrás na contagem (49,5%), a projeção indicava 51,4% para ele, com faixa de 95% entre 50,1% e 52,7%, que já continha o resultado final. Com 45% apurado, o valor central estava a menos de 0,1 ponto do resultado e, com 57%, marcava 51,78%, o número final. A faixa conteve o resultado em todas as atualizações da noite. Às 20h34, com 57,7% apurado, ela passou a usar a dispersão medida entre as cidades e por isso se alarga nesse ponto do gráfico.

5

O caminho até 100%

A linha tracejada mostra como o apurado deve evoluir até o fim, supondo que os estados mais atrasados continuem atrasados. Ela explica por que o apurado pode mudar de líder no meio da noite, já que Nordeste, São Paulo e Rio costumam apurar mais tarde. Nesta eleição, a ordem foi atípica, com Norte e Paraíba cedo e o Sul depois, e as curvas de Lula e Flávio chegaram a se cruzar mais de uma vez.

6

De onde vieram os votos

O diagrama e as cascatas estimam quem votou em quem entre os dois turnos por inferência ecológica. Com o resultado dos 5.716 municípios e do exterior nos dois turnos, ajustamos a matriz de transição pelo método de Goodman com restrições (cada linha soma 100% e nenhuma passagem é negativa), ponderado pelo eleitorado, estado por estado; os estados com poucos municípios juntam-se à sua região. A margem de 90% vem de 100 reamostragens de municípios e mede a variação amostral, não o viés de agregação. A passagem do voto branco e nulo para Lula é o componente mais exposto a esse viés.

7

O mapa municipal

Para cada município, a matriz de transição é ajustada nos 80 municípios mais próximos, com peso que cai com a distância e cresce com o eleitorado, e aplicada ao 1º turno do próprio município. Assim a origem dos votos varia no território, e dá para ver onde Lula ganhou mais da abstenção e onde ganhou mais dos brancos e nulos. O perfil do eleitorado e a abstenção do 1º turno por sexo e idade vêm dos dados abertos do TSE. Somadas, as estimativas municipais não coincidem com a nacional, e a diferença entre os dois recortes faz parte da incerteza do método.

8

Urna a urna nos territórios

Na aba de favelas, quilombos e terras indígenas, o 2º turno vem dos boletins de urna publicados pelo TSE, lidos um a um. Cada seção é ligada ao território pelo local de votação, quando ele fica dentro do polígono ou a até 50 metros dele, com opção de ampliar para 150 metros (favelas) ou 300 metros (quilombos e terras indígenas). Os territórios são os do Censo 2022 do IBGE e, na cidade do Rio, os limites de favelas de 2022 do Instituto Pereira Passos. A urna mostra quem vota naquele local, o que não é exatamente quem mora no território. Abrir a aba.

URNA A URNA

Favelas, quilombos e terras indígenas

Como votaram, no 1º e no 2º turno, as urnas instaladas nas favelas, nos quilombos e nas terras indígenas do Brasil. Os boletins de cada urna, publicados pelo TSE, foram cruzados com os territórios do Censo 2022 do IBGE e, na cidade do Rio de Janeiro, com os limites de favelas da Prefeitura. Filtre por uma favela, um complexo, um bairro, uma cidade, um estado ou o país inteiro.

…

Lula no 1º e no 2º turno

Votos de Lula em proporção dos votos dados a Lula ou a Flávio, nas urnas do recorte, no restante dos mesmos municípios e no Brasil. A marca preta indica o 1º turno.

De onde vieram os votos nestas urnas

Quem votou em quem, do 1º para o 2º turno, nas urnas do recorte. Passe o mouse nas faixas para ver quantos eleitores fizeram cada caminho. O diagrama e as cascatas acompanham os filtros do alto.

Para cada candidato: os votos do 1º turno, o que ele perdeu, o que ganhou e de quem, até chegar ao total do 2º turno.

Lula

Flávio

Mapa

Cada ponto é um território (no país e nos estados) ou uma urna (dentro de uma cidade), com tamanho proporcional ao eleitorado. Na cidade do Rio, os contornos são os das favelas da Prefeitura. Passe o mouse para ver os números e clique para filtrar.

Territórios do recorte

Clique no título de uma coluna para ordenar e numa linha para filtrar o território.

Como foi feito

Votos urna a urna

O 2º turno vem dos boletins de urna publicados pelo TSE no arquivo-urna da eleição (pleito 3221), lidos um a um; o 1º turno, dos dados abertos de votação por seção do TSE. A comparação é feita seção a seção.

Que urnas pertencem a cada território

Cada seção eleitoral tem o local de votação georreferenciado pelo TSE. A seção é atribuída ao território quando o local fica dentro do polígono ou a até 50 metros dele; o filtro permite ampliar para 150 metros (favelas) ou 300 metros (quilombos e terras indígenas), porque muitos moradores votam na escola da borda, ao custo de misturar mais eleitores do entorno. Nas seções da cidade do Rio, a escolaridade mostra a diferença: 8% dos eleitores têm ensino superior nas urnas a até 50 m das favelas, 10% entre 50 e 150 m e 22% entre 300 e 600 m. Favelas, territórios quilombolas oficialmente delimitados e terras indígenas vêm do Censo 2022 do IBGE; na cidade do Rio, as favelas são as do limite de 2022 do Instituto Pereira Passos (SABREN).

De onde vieram os votos

A transição é estimada por inferência ecológica: para cada tipo de território, em cada estado com urnas suficientes, ajusta-se a matriz de transição pelo método de Goodman com restrições; para o recorte escolhido, a matriz é ajustada aos totais do próprio recorte nos dois turnos (ajuste proporcional iterativo). É comportamento médio de grupos de urnas, não voto de eleitor.

Cuidados de leitura

A urna mostra quem vota naquele local, o que não coincide exatamente com quem mora no território. Nos quilombos e nas terras indígenas, muitos eleitores votam na sede do município. Seções agregadas ou sem boletim publicado ficam de fora.

BRASILEIROS QUE VOTAM FORA DO PAÍS

Voto no exterior

Quantos brasileiros inscritos para votar no exterior foram às urnas, quantos se abstiveram e como votaram, no 1º e no 2º turno, por continente, país e cidade de votação. No exterior, vota-se apenas para presidente.

Comparecimento por país

Proporção dos inscritos que votaram em cada turno.

Mapa

Cada círculo é um país.

Abstenção no 1º turno por sexo e idade

Proporção dos inscritos que não votaram no 1º turno.

Países e cidades

Clique no título de uma coluna para ordenar.

Fonte: TSE.